Entre aves e sonhos

Manso, plainava sobre um merengue coberto de laranjais que encarapinhavam o terreno. Ave belíssima, era um destes régios gaviões – só não sabia distinguir se era gavião ou falcão; certo era que não tinha toda a majestade de uma águia – que seduz os olhos do passageiro de janela a acompanhá-lo do ônibus grávido de efêmeros habitantes. Soberano: seu bater […]

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